O padre da igreja católica Gaudêncio Felix disse ser necessária uma intervenção do estado para se evitar “uma catástrofe”.

“É uma situação que pode terminar em tragédia caso não haja uma intervenção seria do estado”, disse.

“Podemos assistir uma catástrofe aqui no Cunene por causa da fome, quando as pessoas perderem a capacidade de sobrevivência e podemos imaginar um cenário de violência e roubo ,invasão as lojas para encontrar comida”, acrescentou afirmando ainda que “deveria ser decretado já o estado de emergência e não esperarmos que as pessoas morram para se agir”.

Na vizinha província do Cuando Cubango a situação é ainda pior com mortes de pessoas por fome disse o activista comunitário Sérgio Kalundungo que culpou o governo pela situação.

“Estas pessoas estão a morrer por serem vítimas de negligência de falta de politicas publicas e de insensibilidade “, disse.

“Dada a magnitude do problema fazia sentido decretar estado de emergência e sobretudo o estado angolano devia rever imediatamente as actuais medidas que tem vindo a implementar para acudir o problema”, disse.

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