Segundo o Ministério da Economia e Planeamento (MINEP) de Angola, que coorganiza do certame com a Eventos Arena, Portugal vai participar na feira a convite da organização e a Bielorrússia estreia-se na FILDA 2019 com produtos do sector alimentar e industrial.

Falando hoje em conferência de imprensa, a directora do gabinete de Comunicação Institucional e Imprensa do MINEP, Ana Celeste, disse que a organização prevê a participação de cerca de 700 expositores e que 550 empresas estão já inscritas.

Pelo menos 21 países estrangeiros vão participar na FILDA 2019, que terá lugar na Zona Económica Especial Luanda/Bengo, sul da capital angolana, maioritariamente europeus, evento que se propõe "captar mais investimentos" para Angola.

"Dinamizar o Sector Privado e Promover o Crescimento Económico" é o lema da Feira Internacional de Luanda 2019, que deve contar com expositores dos sectores do comércio, indústria, construção civil e equipamentos, petróleos, transporte e logística entre outros.

Ana Celeste adiantou também que no decurso da feira será realizada uma conferência internacional sobre "Modalidades de Financiamento para o Desenvolvimento Económico e Social" que deve contar com 14 oradores estrangeiros.

Por seu lado, o presidente do conselho de administração do Grupo Arena, Bruno Alvernaz, fez saber que a referida conferência internacional, enquadrada na 35ª edição da FILDA, terá o cofinanciamento da União Europeia (UE).

Sem adiantar o volume de negócios previsto - a organização espera contar com cerca de 22.000 visitantes -, o responsável adiantou que a feira está orçada em 530 milhões de kwanzas e que 65% dos expositores serão empresas angolanas.

"Lideram e em maior número as empresas angolanas com cerca de 65%. Muitas das empresas que veem em missões internacionais, como, por exemplo, a Alemanha, veem para poder perceber o que há de oferta no mercado para poder se estabelecer localmente", explicou.

Porque, acrescentou, "é intensão do Executivo da República de Angola que essas empresas (estrangeiras) surjam, invistam e se estabeleçam no nosso país criando mais-valia, nomeadamente riqueza e empregos".

Segundo a organização, os acessos à feira serão por convites gerais, por bilhetes ao preço de 2.000 kwanzas e os estudantes universitários e crianças terão acessos livres nos dias destinados ao público.

Bruno Alvernaz frisou ainda que, para responder a "elevada procura de empregos temporários" para o certame, a organização criou uma "bolsa de emprego" onde os interessados enviam os currículos e por esta via expositores contratarem os trabalhadores.

Reforçar a "criatividade de Angola no panorama mundial, estimular parcerias e sinergias entre os parceiros nacionais e internacionais e contribuir uma Angola autossuficiente e transportadora" são alguns dos objectivos da FILDA 2019.

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