O novo partido foi notificado da sua legalização pelo Supremo Tribunal de Justiça (STJ), precisou Soares Cassamá, salientando que a Frepasna assenta o seu projeto de sociedade na “unidade nacional, na defesa dos direitos do homem e nos princípios do socialismo democrático”.

De acordo com Soares Cassamá, o partido, cuja sede se situa no centro de Bissau, apresenta-se como de centro-esquerda, procurando a valorização do cidadão guineense a partir de experiências da luta armada pela libertação do país.

“A Frepasna alicerça o seu relacionamento com o mundo nos princípios universais do respeito mútuo, da não-ingerência e da reciprocidade de benefícios”, indicou ainda o mandatário do novo partido

A Frepasna tem como emblema um retângulo com fundo vermelho, contendo nove estrelas de cor verde, representando as regiões do pais.

O vermelho da bandeira “representa o sangue derramado pelos combatentes da liberdade da Pátria” e povo guineense em geral durante a luta que conduziu à libertação do país do colonialismo, disse Aliu Soares Cassamá.

Baciro Djá, que se encontra atualmente em missão de contactos em Portugal, deverá apresentar o seu partido ainda neste mês de julho.

Nascido em 31 de janeiro de 1973, Baciro Djá é formado em Psicologia, com formação em Cuba e França.

Djá foi primeiro-ministro entre 20 de agosto a 17 de setembro de 2015, e mais tarde, entre 27 de maio a 18 de novembro de 2016.

Elemento do chamado grupo dos 15 deputados expulsos do PAIGC (Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde), Djá distanciou do grupo, que na semana passada, se transformou num partido político.

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