Estas palavras de Manuel Augusto foram proferidas após o anúncio da eleição de Georges Chiokti na sessão do Conselho de Ministros da ACP que ainda decorre em Nairobi.

“Na verdade, o senhor embaixador Georges Chikoti, pelas suas qualidades pessoais, a sua competência e longa experiência na arena internacional, parece-nos ser a escolha certa no momento certo e uma garantia de que teremos um secretariado dinâmico e actuante, compatível com as dinâmicas de um mundo marcado por rápidas transformações” – atestou Manuel Augusto.

Para o chefe da diplomacia angolana, acaba-se de escolher e eleger um novo secretário-geral, que terá a capacidade de levar avante os objectivos, a agenda e o programa que são estabelecidos pela Cimeira de Chefes de Estado e de Governo do Grupo de Países ACP para os próximos cinco anos.

Considerou a reunião um ponto de viragem para a organização, por ser dedicada à sua transformação visando um engajamento mais acentuado para o Multilateralismo.

Agradeceu o empenho dos membros do Bureau, particularmente o seu presidente, a Papua Nova Guiné, por trabalharam incansavelmente para a escolha de um candidato de consenso que respondesse às necessidades da ACP em observância estrita dos termos de referência estabelecidos para este processo.

Felicitou igualmente os candidatos do Malawi e do Zimbabwe que “lutaram até o fim e permitiram que a escolha do novo secretário-geral resultasse do reconhecimento da capacidade que a África Austral pôs ao serviço da nossa organização”.

Georges Chikoti, embaixador de Angola na Bélgica, substitui o Patrick Gomes. Este último recebeu forte elogio do ministro Manuel Augusto “pelo excelente trabalho e capacidade de liderança que tem permitido ao Grupo Africano de Países ACP afirmar-se, cada vez mais, como uma plataforma incontornável no diálogo multilateral virado para o desenvolvimento económico e social”.

O anúncio da eleição de Georges Chikoti recebeu calorosa aclamação dos presentes e discursos de felicitação.

Georges Rebelo Pinto Chikoti assume as funções de secretário-geral a partir de Março de 2020, para um mandato que vai até 2025.

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