Além dos casos de corrupção, Francisco Chicoti cita também como causa da sua expulsão o apoio que deu a um grupo de activistas que recentemente denunciou, nas redes sociais, o estado de abandono a que está votado o grupo minoritário Khoi-San, na região do Cuando Cubango.

Em declarações à VOA, Chicoti afirmou não entender as razões evocadas para a sua suspensão ordenada pelo líder do partido e governador provincial Júlio Bessa.

Ele reitera que é apoiante do combate à corrupção, assumido pelo Presidente João Lourenço, e que não se arrepende das denúncias que fez.

“Eu não fiz nada contra os estatutos do MPLA. Eu vou continuar a apoiar o camarada Presidente João Lourenço no combate à corrupção, o tráfico de influência e o nepotismo”, afirmou.

Em resposta, o responsável da Comissão de Auditoria e Disciplina do MPLA no Cuando-Cubango, Miguel Popular, disse que “ainda não expulsamos ninguém”.

Para aquele responsável, “os assuntos internos não devem ser tratados fora das estruturas partidárias”.

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