O oficial, que falava no âmbito do  41°aniversário do Ministério do Interior, assinalado hoje, disse que a província da Huíla tem registado casos de consumo de drogas, entre as quais crack e cocaína, indicando, a título de exemplo, o município da Humpata, onde foram desactivadas lavras de cannabis (liamba).

De acordo com o responsável, a localização da província a coloca numa situação de "rota" de drogas provenientes da República da Namíbia, através do Cunene, assim como a que sai e entra de Benguela e do Namibe.

"A nossa intenção clara é tirar a mancha que fica da Huíla como uma placa giratória da droga. É nosso esforço desfazer essa imagem que é negativa para a região, não só para a polícia, mas também para os cidadãos", salientou.

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