O ministério chinês da Saúde anuncou novos 27 casos do coronavírus elevando-se assim para 106 novos casos nos útimos. Do seu lado, o presidente da câmara municipal de Pequim declarou que a situação é extremamente grave, pelo que mandou fechar  11 mercados e desinfectar outros 276, além de 33.000 restaurantes e centros de comércio de produtos alimentares.

Sete zonas residenciais, pertencentes a um bloco com milhares de apartamentos, foram ontem confinados. Outras 21 zonas do género já tinham sido confinadas, embora representem uma ínfima parte das medidas adoptadas pelas autoridades chinesas da capital.

Desde 30 de maio, cerca de 200.000 pessoas visitaram o mercado de Xinfadi, onde o vírus foi descoberto na semana passada, nomeadamente na plataforma de corte de salmão importado.

Mais de 8.000 empregados do sector que fornece 70% de frutas e legumes consumidos em Pequim foram rastreados e confinados.

Camada descoberta no mercado idêntica à que circula na Europa

O centro de controlo e de prevenção de doenças da China afirmou na segunda-feira que a camada descoberta do mercado correspondia a uma camada idêntica que circula na Europa.

Conclusão: dezenas de milhares de habitantes de Pequim estão a ser rastreados, mas o sentimento é que com a ajuda das novas tecnologias as autoridades conseguirão controlar a situação.

Mas esta nova explosão do coronavírus na China preocupa a Organziação mundial da Saúde, que indicou estar a segui-la de muito perto, estado a estudar a hipótese de enviar para Pequim peritos suplementares.

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