“A região da Silésia na Polónia passou para zona verde, onde os viajantes não têm necessidade de apresentar testes negativos ou cumprir uma quarentena”, declarou o ministro aos jornalistas. “O mesmo sucede para o Reino Unido”.

A República Checa encerrou todas as suas fronteiras em 16 de março para combater a contaminação pelo coronavírus.

Reabriu progressivamente o país com os seus vizinhos e a maioria dos países da União Europeia desde o início de junho, à exceção de Portugal — cujos cidadãos serão autorizados a entrar a partir de terça-feira com o comprovativo de um teste negativo ou uma quarentena — e a Suécia que permanece classificada de alto risco.

As autoridades checas preveem igualmente prosseguir no seu território a suavização das medidas adotadas em março para combater o novo coronavírus, apesar dos focos localizados.

A partir de quarta-feira os checos deixam de ser obrigados a usar máscaras, à exceção dos hospitais, lares de terceira idade, metro de Praga e dois distritos no nordeste onde o vírus circula entre os mineiros e seus próximos.

Em Praga, a máscara vai permanecer obrigatória para eventos em espaços fechados que reúnam mais de 100 pessoas.

O país, membro da União Europeia (UE) e com 10,7 milhões de habitantes, registou no domingo 305 novos casos, o maior aumento num dia desde 03 de abril, e que eleva para 11.600 os casos totais de infeção, onde se incluem 348 mortos, de acordo com os últimos números oficiais atualizados.

Os aumentos diários não ultrapassaram as centenas entre meados de abril e meados de junho.

“Este aumento está principalmente relacionado com os testes em massa dos mineiros e dos seus contactos na empresa mineira OHD”, explicou Vojtech.

O ministro apelou aos checos para permanecerem vigilantes porque o vírus continua presente, acrescentando por vezes que a situação global permanece estável e que a maioria dos distritos não assinalam o impacto do vírus.

Na região nordeste, os bares noturnos devem permanecer encerrados, os eventos públicos permanecerão limitados e os lares de terceira idade não poderão receber visitantes.

“Aguardamos uma diminuição do impacto nesta região para os próximos dias, após todos os testes”, acrescentou Vojtech.

A pandemia de COVID-19 já provocou mais de 501 mil mortos e infetou mais de 10,16 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Os Estados Unidos são o país com mais mortos (125.803) e mais casos de infeção confirmados (mais de 2,54 milhões).

Seguem-se o Brasil (57.622 mortes, mais de 1,34 milhões de casos), Reino Unido (43.550 mortos, mais de 311 mil casos), a Itália (34.738 mortos e mais de 240 mil casos), a França (29.778 mortos, mais de 199 mil casos) e a Espanha (28.343 mortos, mais de 248.500 casos).

A Rússia, que contabiliza 9.073 mortos, é o terceiro país do mundo em número de infetados, depois dos EUA e do Brasil, com mais de 634 mil, seguindo-se a Índia, com mais de 500 mil casos e 15.685 mortos.

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