Deste total, a maior fatia destina-se à Somália (48 milhões de euros), seguindo-se a Etiópia (42 ME), o Quénia (15 ME) e o Djibuti (500 mil euros) e as verbas têm como finalidade apoiar as serviços de saúde na prestação de serviços básicos, no controlo de epidemias e na sua preparação para enfrentar a pandemia de coronavírus.

O objetivo é prestar assistência alimentar às pessoas necessitadas por exemplo, apoiando os agricultores na obtenção de sementes e forragens para o seu gado, fornecer tratamento para a subnutrição aguda, especialmente para as crianças de tenra idade e ainda dar resposta às necessidades básicas dos refugiados e das pessoas deslocadas internamente, tais como proteção, abrigo, alimentação, acesso a cuidados de saúde e nutrição e água potável e educação das crianças.

Segundo um comunicado, o financiamento tem como objetivo apoiar uma região onde a pandemia pode agravar a crise humanitária causada por com conflitos armados, deslocações e secas e inundações recorrentes.

Além disso, uma infestação em grande escala de gafanhotos ameaça a segurança alimentar e os meios de subsistência de muitas pessoas vulneráveis na região.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de COVID-19 já provocou mais de 294 mil mortos e infetou mais de 4,3 milhões de pessoas em 196 países e territórios.

Mais de 1,4 milhões de doentes foram considerados curados.

Em África, há 2.475 mortos confirmados, com quase 72 mil infetados em 54 países, segundo as estatísticas mais recentes sobre a pandemia naquele continente.

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