De acordo com o responsável, que falava no encontro que manteve com os deputados da 7ª Comissão da Assembleia Nacional, o CNJ, como instituição de utilidade pública, foi-lhe atribuída uma dotação de 50 milhões de kwanzas no Orçamento Geral do Estado (OGE),  que até ao momento não recebeu.

Devido a esta situação, explicou, o CNJ corre o risco de ser despejado das instalações onde funciona por incumprimento do contrato rubricado com o BCI imobiliária, dono do imóvel.

Tingão Mateus salientou que, com vista a sobreviver, os líderes juvenis são obrigados a empregar meios próprios para os contactos com várias organizações sociais, que se têm compadecido com a situação financeira da instituição.

Por outro lado, anunciou que o CNJ está a levar a cabo um projecto denominado “Stop Covid” com jovens voluntários, com vista à sensibilização das comunidades sobre o perigo da pandemia da covid-19.

Por seu turno, o presidente da 7ª Comissão (Cultura, Assuntos Religiosos, Comunicação Social, Juventude e Desportos), Boaventura Cardoso, afirmou que vão fazer advocacia para que, no próximo OGE, estes constrangimentos possam ser ultrapassados.

Manifestou a sensibilidade dos parlamentares em relação às dificuldades que o CNJ enfrenta do ponto de vista financeiro.

Afirmou que, no encontro, obtiveram informações importantes sobre o funcionamento do CNJ, seus planos de trabalho e perspectivas para o seu desenvolvimento.

Na sua rede favorita

Siga-nos na sua rede favorita.