A afirmação do comissário António José Bernardo foi feita num encontro recente com responsáveis de instituições bancárias, de empresas de segurança, de estações de serviço e de grandes superfícies comerciais.

“Porque afinal há a forte presunção que funcionários bancários estão a participar activamente na criação de condições para atacar os clientes”, denunciou o comandante da PN sem revelar, no entanto, o número de assaltos e furtos ocorridos nas instituições bancárias ou a clientes.

Bernardo defendeu a realização de processos seguros e sérios para a contratação de funcionários para os respectivos balcões.

“Os bancos devem pedir aos Serviços de Investigação Criminal para que, em antecipação, saibam quem  vai empregar, não basta ser o seu filho, irmão,  sobrinho, parente, amigo, namorada, não pode ser”, advogou.

“Por que estão a lidar com dinheiro alheio e hoje por circunstâncias outras, estamos a lidar coma vida das pessoas”, lembrou o comandante da PN.

Os responsáveis de instituições bancárias, de empresas de segurança, de estações de serviço e de grandes superfícies comerciais presentes no encontro com a PN não falaram aos jornalistas.

Na sua rede favorita

Siga-nos na sua rede favorita.