A vacina baseada numa forma inativa do vírus tem sido testada em animais no Instituto de Ciências Médicas da Universidade de Tóquio e a equipa espera conseguir “uma nova vacina segura e capaz de ser produzida eficazmente”, afirmou o especialista em doenças infecciosas Yoshihiro Kawaoka.

Cerca de 30 voluntários, homens e mulheres saudáveis, vão participar nos ensaios clínicos para a vacina contra o Ébola, que se transmite através do sangue e outros fluidos corporais e cujos sintomas são febre muito alta, dores musculares e articulares, dores de cabeça e de garganta e hemorragias.

Em média, o vírus é mortal para metade das pessoas infetadas, mas a taxa de mortalidade atinge por vezes 90 por cento, segundo a Organização Mundial de Saúde.

A epidemia na República Democrática do Congo já matou 2.200 pessoas desde agosto de 2018 e é a mais grave desde a que se verificou entre 2014 e 2016, que fez mais de 11.000 vítimas.

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