Luanda já é a cidade mais cara do mundo para expatriados, destronando assim a capital japonesa, Tóquio, revela o estudo anual “Cost of Living Survey”, da consultora Mercer.

A capital angolana é o local mais dispendioso para um gestor viver: o alojamento é três vezes mais caro do que em Lisboa e duas vezes superior ao de Tóquio. Um menu fast food custa 1300Kwz, que  são cerca de 12 euros, valor bastante superior aos 4,65 euros pagos em Lisboa, ou 4,53 euros em Londres.

Além de Tóquio, ficam para trás também, Osaka, outra cidade japonesa, Hong Kong, Moscovo, Genebra, Zurique e Copenhaga.

Pela primeira vez, três cidades africanas estão entre as dez mais caras: Luanda, Ndjamena, no Chade e Libreville, no Gabão.

O estudo da Mercer contemplou 214 cidades, seleccionadas com base nos pedidos dos clientes da consultora.

Segundo Nathalie Constantin-Metral, da Mercer, os sectores de minérios, serviços financeiros, energia, empresas aéreas e indústrias foram os que pediram mais informações sobre cidades africanas.

Na Europa, a cidade mais barata é Tirana (Albânia), em 200º lugar no ranking. No Oriente Médio, a mais cara é Tel Aviv (19º lugar), e a mais barata é Trípoli (Líbia, 86º).

Nos Estados Unidos, as mais caras são, pela ordem, Nova York (27o lugar) e Los Angeles (55o)

O estudo da Mercer mede o custo comparativo de mais de 200 produtos representativos dos padrões de consumo dos executivos expatriados, incluindo habitação, transportes, alimentação, vestuário, bens domésticos e entretenimento.

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