Uma cerimónia solene terá lugar antes na Igreja de Saint Sulpice, uma das maiores da capital, e já que a Sé catedral continua impraticável desde o incêndio que a devastou a 15 de Abril passado.

Esse dia será dia de luto nacional em França, conforme anunciado pelo presidente Emmanuel Macron, na sua alocução desta quinta-feira à noite.

No domingo ao início da tarde, terá lugar no recinto de Invalides uma homenagem popular: aqueles que o desejarem poder-se-ão recolher junto do caixão no local conhecido como o Museu da guerra e que acolhe, nomeadamente, os restos mortais do imperador Napoleão Bonaparte.

A família de Jacques Chirac estará também presente.

Desde a noite desta quinta-feira que excepcionalmente o Palácio do Eliseu está aberto para que os populares possam assinar um registo de condolências.

Foram largas centenas de pessoas que se mobilizaram para o efeito.

Toda a imprensa presta homenagem nestas sexta-feira aquele que foi chefe de Estado ao longo de dois mandatos, mas também primeiro-ministro ou presidente da câmara da capital.

Deixou a chefia do Estado em 2007, a doença começara a colocar-lhe problemas dois anos antes acabando por falecer nesta quinta-feira.

Deixa viúva Bernardette Chirac, esposa ao longo de mais de 60 anos, e uma filha, Claude, que foi a sua conselheira em comunicação.

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