À semelhança de Augusto Tomás e outros três réus, Isabel Bragança é igualmente acusada de peculato e abuso de poder na forma continuada, praticadas no Conselho Nacional de Carregadores (CNC).

A ex-directora para Administração e Finanças do CNC afirmou, no início da sua audição, que o programa de bolsa de estudo que custou aos cofres da instituição sete milhões de dólares, foi idealizado pelo antigo director, Agostinho Itembo.

Além de Augusto Tomás e Isabel Bragança estão arrolados, no processo 02/17, os ex-gestores da direcção do CNC Rui Manuel Moita, Manuel Paulo e Eúrico da Silva.

As sessões de julgamento decorrem na Câmara Criminal do Tribunal Supremo.

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