Uma queixa contendo provas recolhidas pelos sindicatos representando mais de um milhão de profissionais de saúde foi submetida ao tribunal de Haia.

Os sindicatos acusam a administração de Bolsonaro de ser “criminalmente negligente na gestão do surto de COVID-19, comprometendo a vida dos profissionais de saúde e do público em geral.

Bolsonaro discorda com muitos governadores do país, opondo-se a restrições para impedir a propagação do coronavírus, incluindo medidas de confinamento.

Bolsonaro, que acabou de testar negativo para o coronavírus após ter estado infectado com o vírus por quase três semanas, disse repetidamente que as restrições prejudicam a economia do país.

O Brasil tem o maior número de casos de COVID-19 na América Latina, com mais de 2,4 milhões de casos e mais de 87 mil mortes.

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