Em comunicado enviado à agência Lusa, o Ministério do Ambiente refere que efetivos do Serviço Nacional de Bombeiros, tropas especiais das Forças Armadas Angolanas e trabalhadores do parque estão envolvidos na extinção do incêndio, o segundo que deflagrou, na sexta-feira, num espaço de três dias.

De acordo com a nota, as chamas foram já controladas e não há até à presente data registo de mortes de animais de grande porte, prosseguindo as investigações para se apurar a origem do incêndio.

Como consequência, ficou afetada a vegetação da zona sul daquela infraestrutura de conservação de Angola, com uma extensão de 1.960 quilómetros quadrados, instituída em 1938, atualmente com quatro postos fixos de patrulhamento, assegurados por fiscais.

A ministra do Ambiente, Paula Francisco, deslocou-se ao parque no sábado para constatar a situação e os esforços de combate ao incêndio.

Com o fim da guerra civil em 2002, foi feito um repovoamento animal naquele parque, no âmbito do projeto denominado "Arca de Noé", com a introdução de elefantes, zebras, gnus, avestruzes, girafas, gungas e olongos, provenientes da África do Sul e do Botsuana.

Até 2016, o parque tinha o registo de mais de 100 elefantes, 140 girafas, 90 gnus, 90 zebras e mais de 30 avestruzes.

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