Chissengueti que falava nesta terça-feira, 28, durante uma celebração eucarística, lamentou que o dinheiro do PIIM tenha sido destinado para paliativos que não trazem abundância de bens para a população.

“Para mim, o PIIM deveria ser para a agricultura, para que tenhamos a abundância de bens. Devia ser para estradas, não só com paliativos”, afirmou aquele líder católico, para quem é “melhor asfaltar dois quilómetros de estrada ou três, do que terraplanar e, muitas vezes mal, 50 ou 60 quilómetros e, depois, vão se danificar quando vier a chuva. Vão durar dois  ou três meses, pouco, mais ou menos”.

O PIIM começou a ser aplicado em princípios deste ano e em Cabinda contempla vários projetos de recuperação de escolas, instituições públicas, postos médicos e terraplanagem de vias terciárias.

Por outro lado, o bispo Chissengueti defendeu que a utilização dos valores deste programa seria uma ocasião para se ensaiar a transparência na gestão da coisa pública.

“Este PIIM tem que ser também um apito permanente na mente da transparência, da responsabilidade e do amor ao próximo, mas enquanto continuarmos a ouvir sempre as vozes dissonantes, que serão sempre consideradas opostas, mas na verdade não são, são colaboradores para o bem de todos», concluiu o bispo de Cabinda.

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