As redes sociais, neste caso particular Twitter, foram a plataforma escolhida pelas forças armadas malianas para comunicar que 24 militares acabaram por falecer num ataque « terrorista » segundo as autoridades:

«O Ministério da Defesa e dos Antigos Combatentes – MDAC – informa o público que um destacamento das Forças Armadas Malianas, em missão para a defesa do território e a segurança das pessoas e dos seus bens, foi atacado a 14 de Junho por terroristas na localidade de Bouki Wèrè, na região de Diabali».

O comunicado prossegue enumerando as perdas: «24 soldados. 8 soldados salvos. 4 veículos destruídos».

Segundo as informações recolhidas pela RFI, o destacamento contava cerca de 60 soldados.

Um vídeo começou a circular nas redes sociais, na segunda-feira à tarde, com vários corpos de militares malianos, mas não houve confirmação da veracidade dessa gravação.

Este ataque é um dos mais mortíferos desde o início do ano. A 26 de Janeiro houve um ataque contra o posto da polícia de Sokolo que causou a morte de 20 militares das Forças Armadas Malianas.

A resposta das autoridades malianas foi de intensificar a presença militar na região Oeste, perto da Mauritânia onde ocorreu o último ataque, e também no centro do país. A operação ‘Maliko’ foi lançada a 30 de Janeiro, mas já há contestação em torno dessa operação. Segundo uma nota da divisão dos Direitos Humanos das Nações Unidas, entre 27 de Janeiro e 18 de Março, 55 execuções e 6 desaparecimentos podem estar ligados às Forças de Defesa e de Segurança Malianas.

Neste momento as investigações quanto ao ataque na localidade de Bouki Wèrè, na região de Diabali, que causou a morte de 24 militares malianas, prosseguem segundo o Ministério da Defesa e dos Antigos Combatentes.

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