Segundo o Chefe de Estado angolano, que discursava no 5º Fórum "Investir em África" (FIA5), o novo quadro é fruto das  reformas encetadas pelo Governo em todos os sectores da economia nacional e a todos os níveis.

Explicou que o seu Governo decidiu assumir “de forma prática e coerente” a adopção de medidas que visam criar condições de estabilidade macroeconómica imprescindíveis para a melhoria do ambiente de negócios.

Com esta finalidade, disse, Angola está a implementar um programa de estabilização económica “com resultados bastante animadores” na consolidação fiscal, na redução da taxa de inflação e na normalização gradual do mercado cambial, entre outros indicadores, que contribuem para melhorar o desempenho da economia nacional.

Confirmou que este esforço está a ser realizado com o apoio do Banco Mundial (BM) e com o Fundo Monetário Internacional (FMI), para ajudarem a melhorar o ambiente de negócios, em Angola, e prestarem assistência técnica para a privatização de cerca de 200 empresas e activos públicos.

“Em função destes passos (…) pretendemos deixar claro aos investidores (…) que estão lançadas as bases no que concerne à transparência, à livre concorrência e à protecção jurídica dos seus investimentos, para realizarem investimentos seguros em Angola”, asseverou o Chefe de Estado angolano.

Acrescentou que o mercado angolano está aberto ao investimento privado e oferece vantagens da sua privilegiada localização geográfica, terras férteis, recursos hídricos e outros ainda inexplorados.

Depois da sua intervenção na sessão de abertura do FIA5, o Presidente João Lourenço regressou a Luanda, devendo, para o resto do evento que encerra quinta-feira, ser representado pelo ministro da Economia e Planeamento, Manuel Neto da Costa, segundo fonte do Secretariado de Imprensa da Presidência da República.

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