Em nota, a missão diplomática nega ter havido orientação do Presidente da República, João Lourenço, para se repatriarem os angolanos residentes em Pretória e se encerrar a missão, como se veicula nas redes sociais.

"A informação é falsa, descabida, tendenciosa e visa desacreditar as excelentes relações diplomáticas, de amizade e de cooperação existentes entre as Repúblicas de Angola e da África do Sul, bem como das suas lideranças", esclarece o documento endereçado à ANGOP.

A Embaixada da República de Angola em Pretória dá a conhecer que continua a monitorar, permanentemente, a preocupante situação junto das comunidades espalhadas pela África do Sul e reafirma que não há angolanos afectados por este fenómeno.

Também aplaude a pronta-resposta das autoridades sul-africanas em assegurar a protecção das vítimas e responsabilizar, criminalmente, os autores desta onda de afro-fobia.

A Embaixada apela às comunidades angolanas para se manterem calmas, em permanente contacto com os líderes comunitários, e aproveita a oportunidade para, mais uma vez, aconselhar os cidadãos ilegais a legitimarem a sua condição junto das autoridades.

Desde domingo, pelo menos já morreram 10 pessoas e 423 foram detidas, principalmente nas cidades de Joanesburgo e Pretória. Os ataques, que visam, sobretudo, cidadãos de outros países africanos, estão a chocar o país e a comunidade internacional.

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