Em comunicado, divulgado hoje pela embaixada de Angola junto da Santa Sé, a diplomacia angolana classificou como “um sinal de esperança” o “histórico encontro” do Papa Paulo VI com os líderes dos movimentos de libertação Agostinho Neto (Angola), Amílcar Cabral (Guiné-Bissau e Cabo Verde) e Marcelino dos Santos (Moçambique).

“Esse encontro, ocorrido há 50 anos, não marcou apenas uma nova etapa no processo que culminou com a independência dos países e contribuiu para o fim da colonização, mas evidenciou ao mundo a inclinação pontifícia para a esperança e a paz”, afirmou a nota.

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