Apesar de reconhecer que houve uma melhoria com a Presidência de João Lourenço, tendo o país ganho cinco pontos na escala, o documento afirma que o país não conseguiu sair do último grupo do índice da organização com sede nos Estados Unidos.

Estas mudanças, diz a Freedom House, podem “servir como modelos importantes para os vizinhos e melhorar significativamente a trajetória democrática do continente como um todo”.

A organização também destaca que Lourenço desenvolveu “acções notáveis contra a corrupção e a impunidade, ao reduzir a influência descomunal da família do seu antecessor e conceder aos tribunais uma maior independência”.

A nível dos demais países lusófonos, o Brasil, embora integre o grupo dos países livres, perdeu três pontos.

A Freedom House afirma que a liberdade caiu em todo o mundo pelo 13º. ano consecutivo e que há ainda muitas ameaças.

Esta inversão abrange uma variedade de países de todas as regiões, de democracias cimentadas como Estados Unidos a regimes autoritários como a China e Rússia.

A Freedom House acrecenta, no entanto, que essas perdas ainda são superficiais comparadas com os ganhos do final do século 20, “mas o padrão é consistente e perigoso”.

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