O sétimo Congresso Extraordinário do MPLA realiza-se este sábado (15/06) sob o lema “MPLA e os desafios do futuro – Processo Autárquico” um tema dominante devido às primeiras eleições autárquicas em Angola agendadadas para 2020 e à polémica escolha de que o escrutínio seja georgraficamente gradual.

Este deverá ainda eleger 134 novos membros para o Comité Central, maioritariamente jovens com até 45 anos de idade, no intuito de rejuvenescer a cúpula do partido.

Muito se tem especulado sobre um alegado impedimento da imprensa privada para cobrir o congresso, devido à falta de espaço, pois segundo o MPLA cerca de 400 jornalistas foram acreditados para cobrir o evento

Teixeira Cândido, presidente e porta-voz do sindicato do jornalistas de Angola desmente estas especulações e afirma que “a imprensa não está impedida de cobrir o Congresso, o que vai ocorrer é que nem todos os jornalistas poderão ter acesso à sala na qual ele vai decorrer…foi criada uma sala à parte, lugar a partir do qual os colegas vão poder ter acesso ao sinal, às imagens do que estiver a ocorrer lá através de um monitor…o sindicato sugeriu que os próximos Congressos se realizem num espaço mais amplo“.

Teixeira Cândido afirma não saber quais os critérios de selecção para os jornalistas que estarão presentes na sala do Congresso, mas admite que a imprensa crítica ao regime apenas estará na sala à parte.


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