O orçamento tenta, por outro lado, aumentar fundos para combater o que a Adminsitração Trump considera ameaças económicas da China e da Rússia.

No ano passado, o Presidente tentou reduzir a ajuda externa, mas enfrentou a oposição do Congresso e não conseguiu, por isso, é pouco provável que em ano eleitoral os democratas que controlam o Congresso, aprovem os cortes propostos.

No capítulo das infraestruturas, a proposta de orçamento prevê um trilhão de dólares e tanto republicanos como democratas consideram que o setor é uma prioridade para o país.

Entretanto, considerando ser este um ano eleitoral, observadores duvidam se haverá acordo entre as duas bancadas, mesmo em temas em que aparentemente têm posições idênticas.

Em sentido contrário, o orçamento prevê aumentar os gastos militares em 0,3%, atingindo o montante de 740 mil e 500 milhões de dólares, com destaque para gastos com os veteranos de guerra.

Mas, o Chefe de Estado-Maior Conjunto, Mike Mullen, já advertiu que os cortes na ajuda externa poderão afetar a presença civil americana no mundo, que, tradicionalmente, ajuda a reduzir a necessidade de intervenção militar.

“Este é um momento em que são necessários mais investimentos na diplomacia e desenvolvimento”, escreveu numa carta enviada aos principais líderes do Congresso.

O Governo americano encerrou o ano fiscal de 2019 com o maior défice orçamental dos últimos sete anos.

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